Na véspera do Natal o senhor António e a sua família estavam reunidos junto a lareira a contar histórias de natais anteriores. Chegando a noite estavam todos muito felizes menos o Joãozinho um rapazito normalmente bastante alegre, todos lhe perguntavam o que se passava, mas ele nada dizia. No fim da ceia as crianças estavam eufóricas para que chegasse a meia-noite para o Pai Natal trouxesse os presentes. O senhor António que iria fantasiar-se de Pai Natal foi buscar os presentes mas deparasse que os presentes tinham desaparecido. Este conta aos seus familiares mais crescidos o sucedido, estes decidem ir procura-los mas ninguém os encontrou as crianças que nada sabiam só perguntavam pelo tão esperado pai natal que lhes trazer ia os seu presentinhos. Como ninguém tinha nenhuma desculpa com lógica o senhor António teve mesmo que contar a verdade. O Rui com a sua inteligência perguntou.
- Então isso quer dizer que o pai natal não existe?
O senhor João ainda tentou inventar algumas desculpas mas ainda fez pior, pois todos ficaram a saber que este não existia. As crianças ficaram um pouco tristes, mas o avô teve uma excelente ideia para os alegrar e também para descobrir o que tinha acontecido aos presentes. A ideia era procurar pistas para ver se descobriam alguma coisa. Todos acharam uma brilhante ideia, menos o Joãozinho que ainda não se tinha pronunciado sobre o assunto levantando assim algumas suspeitas, a sua mãe Ana mas que nada pronunciou.
Quando foram procurar as pistas dividiram-se em grupos de dois elementos ficando o senhor António com o seu neto Rui juntos, estes iam procurar na garagem, local onde estavam os presentes antes de desaparecer. Quando la chegaram repararam que no chão o ladrão dos presentes se tinha descuidado e tinha deixado pegadas de lama os dois “detectives” decidiram então segui-las, mas como estava a chover as pegadas não se notavam lá muito bem, no entanto por o que conseguiram detectar o ladram dirigiu-se para a floresta. Fartos de procurar e de nada de útil encontrar foram para casa ver se os outros teriam melhor sorte do que eles dois. Quando lá chegaram os outros também já lá estavam, então o senhor António perguntou.
- Alguém descobriu alguma pista que nos seja útil?
Como ninguém respondeu então ele contou o que tinham encontrado
Como todos sabiam que para aqueles lados só vivia uma família bastante pobre e humilde. Então o senhor Antunes e a sua família decidiram deslocar-se até á floresta para falar com a família Rocha, mas esta não estava pois tinham ido passar o Natal com os seus familiares assim o senhor Antunes como era o mais velho era o exemplo mas também o “lidere” da família e por isso disse:
- O melhor a fazer e irmos embora para casa! Amanhã voltamos aqui para esclarecer o mistério.
Assim fizeram e no dia seguinte todos estavam lá menos o Joãozinho e a sua mãe, porque o Joãozinho lhe pediu para falar com ela para lhe contar o porque de ele estar tão misterioso e triste. Então o Joãozinho começou a falar:
-Mãe. Eu tenho que lhe contar porquê que eu tenho andado triste. O que tenho para lhe dizer não é fácil.
A dona Ana ouvindo aquelas palavras intervém dizendo:
- O que quer que tu tenhas feito não pode ter sido assim tão terrível para tu estares com tanto medo de contar.
Depois de ter ouvido as palavras confortáveis da sua mãe o João começou a falar:
- Sabe eu na segunda-feira fui dar um passeio pelo parque quando encontrei o Pedro o filho do senhor Antunes, ele estava triste então eu perguntei-lhe o que se passava e ele respondeu-me que estava assim porque detestava o Natal, ele também disse que os piores dias da vida dele eram a época do Natal. Então eu perguntei-lhe porquê mas ele não me respondeu, eu insisti mas continuou sem me responder, até que me fez uma pergunta.
Mas sua mãe pergunta:
- Qual é essa pergunta?
O João respondeu:
- Foi “Porquê que as pessoas gostam tanto do Natal?” eu não sabia o que lhe responder, então disse que as pessoas gostavam do Natal porque estavam com os seus familiares e entre outras coisas disse que recebiam presentes, então o Pedro disse que nuca recebeu nenhum presente, eu fiquei muito sensibilizado e por isso trouxe-o a casa do avô e dei-lhe os presentes para ele e para os seus pais e irmãos.
A sua mãe bastante sensibilizada com a bondade do seu filho disse:
- Filho estou muito contente com a tua atitude perante o teu colega, mas agora vais ter que dizer aos teus familiares o que me disseste a mim.
O Joãozinho entrevem dizendo:
-Mas eles vão chatear-se comigo.
Sua mãe respondeu:
- Os nossos familiares vão ficar muito orgulhosos de ti. Agora temos é de ir a casa do avo e contar-lhes tudo.
Eles assim fizeram e o Joãozinho contou o sucedido e todos ficaram muito orgulhosos e sensibilizados pelo acto de bondade daquele pequeno rapaz.
NOME: Arlete Lago
Nº: 4
TURMA: 9º6
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