quarta-feira, 23 de janeiro de 2008

O beijo no Natal

No dia de véspera de Natal os três amigos, João, Joana e Joel vêem nas notícias que tem morrido muitas pilotos de avião, vem do Luxemburgo e subitamente morrem.
O Joel que era mais ordenado e mais pensador, gostava de ler, véu numa revista uma imagem da nova bomba atómica, ameaça que era capaz de arrasar com o mundo.
Joel ao esperar o pai que também era piloto, e que vinha de força, véu uma mulher muito bonita, que deu um beijo ao homem e ele passado um pouco começa a espionar pela boca.
O Joel assistia a essa cena e ficou intrigado.
Nesse mesmo dia contou ao amigo o que tinha acontecido.
João gostava de acção e não costumava pesar muito, ao ir para a escola vê a mulher que o Joel viu e liga para o Joel:
- Joel, anda aqui ter ao bairro da lapa
- Para que?
- Esta aqui a mulher que tu viste no aeroporto.
- Avisa a Joana, já para aí!
E o João lá foi avisar a Joana.
Derrepente chega o Joel e depois a Joana.
Subitamente, passa uma mota com duas pessoas que tenta assaltar a mulher.
O João foi logo ajudala, e consegue, a mulher não foi assaltada.
A mulher apresenta – se e começa a falar para o Tio.
- Obrigada, pela ajuda, eu chamo – me Mafalda eu não tinha conseguido sem a tua ajuda.
- Não foi nada.
- Convido – vos para um lanche.
Os três amigos aceitaram, e lá foram para dentro da casa da Mafalda.
Viram que a casa dela não estava muito decorada e tinha cobra enorme.
O Joel reconheceu – o, porque já a tinha visto num livro.
- E uma cascavel Genuíno.
- Não, não é – insistiu a Mafalda – e uma cobra vulgar.
- Não, desculpa, mas isto é uma cascavel, eu já vi isto num livro.
- Não e uma cobra vulgar.
Joel não insistiu mais.
Derrepente. entra um homem, cheio de borga com cara de contrabandista.
Tornam – todos embora para a escola, foram o discutir por causa da cobra.
Joel ao chegar a casa, o pai disse – lhe:
- Joel, viste a casaca e anda conhecer a minha namorada.
Lá foram os dois para o restaurante.
Ao chegar ao restaurante qual não e a surpresa do Joel quando vê a Mafalda a suposta namorada do seu pai. Lã comeram, no fim do jantar ela lá se vai embora num carro topo de gama, luxuosa o ultimo moda.
Joel quando ficou sozinho com o pai disse – lhe que ela tinha um homem supor com ela. O pai disse-lhe que ele conhecia esse homem e que esse homem era primo da Mafalda.
O pai do Joel partia de manhã para o Luxemburgo e o Joel tenta convencendo a não ir. Mesmo assim o pai do Joel desside ir.
Joel e os amigos foram investigar o caso da Mafalda quando ele e o primo saíram.
E o Joel ao abrir uma vê que ela continha lá dentro uma bomba atómica.
Os três amigos são surpreendidos por a Mafalda e o primo, que os prendem e saltam a cascavel no chão.
Mafalda da um beijo ao seu suposto primo que em seguida começa a deitar espuma pela boca e morre.
Mafalda vai se embora junta.
Os três amigos gritam por ajuda com sorte o inspector safadinho e o seu ajudante que iam a passar por ali ouviram-no e foram ajudar.
O Joel lembrou – se que o pai voltava nessa noite, e foram todos para o aeroporto.
Ao chegar lá o pai do Joel finge uma morte e depois a polícia, perde a Mafalda e o chefe da quadrilha, que queria rebentar com o mundo a meia-noite.
Depois a policia descobre que a Mafalda matava os homens com um beijo e que esse beijo continha o veneno da cobra.
Octávio Fernandes Nº16 9º6

sexta-feira, 18 de janeiro de 2008

O Mistério dos presentes desaparecidos

Na véspera do Natal o senhor António e a sua família estavam reunidos junto a lareira a contar histórias de natais anteriores. Chegando a noite estavam todos muito felizes menos o Joãozinho um rapazito normalmente bastante alegre, todos lhe perguntavam o que se passava, mas ele nada dizia. No fim da ceia as crianças estavam eufóricas para que chegasse a meia-noite para o Pai Natal trouxesse os presentes. O senhor António que iria fantasiar-se de Pai Natal foi buscar os presentes mas deparasse que os presentes tinham desaparecido. Este conta aos seus familiares mais crescidos o sucedido, estes decidem ir procura-los mas ninguém os encontrou as crianças que nada sabiam só perguntavam pelo tão esperado pai natal que lhes trazer ia os seu presentinhos. Como ninguém tinha nenhuma desculpa com lógica o senhor António teve mesmo que contar a verdade. O Rui com a sua inteligência perguntou.
- Então isso quer dizer que o pai natal não existe?
O senhor João ainda tentou inventar algumas desculpas mas ainda fez pior, pois todos ficaram a saber que este não existia. As crianças ficaram um pouco tristes, mas o avô teve uma excelente ideia para os alegrar e também para descobrir o que tinha acontecido aos presentes. A ideia era procurar pistas para ver se descobriam alguma coisa. Todos acharam uma brilhante ideia, menos o Joãozinho que ainda não se tinha pronunciado sobre o assunto levantando assim algumas suspeitas, a sua mãe Ana mas que nada pronunciou.
Quando foram procurar as pistas dividiram-se em grupos de dois elementos ficando o senhor António com o seu neto Rui juntos, estes iam procurar na garagem, local onde estavam os presentes antes de desaparecer. Quando la chegaram repararam que no chão o ladrão dos presentes se tinha descuidado e tinha deixado pegadas de lama os dois “detectives” decidiram então segui-las, mas como estava a chover as pegadas não se notavam lá muito bem, no entanto por o que conseguiram detectar o ladram dirigiu-se para a floresta. Fartos de procurar e de nada de útil encontrar foram para casa ver se os outros teriam melhor sorte do que eles dois. Quando lá chegaram os outros também já lá estavam, então o senhor António perguntou.
- Alguém descobriu alguma pista que nos seja útil?
Como ninguém respondeu então ele contou o que tinham encontrado
Como todos sabiam que para aqueles lados só vivia uma família bastante pobre e humilde. Então o senhor Antunes e a sua família decidiram deslocar-se até á floresta para falar com a família Rocha, mas esta não estava pois tinham ido passar o Natal com os seus familiares assim o senhor Antunes como era o mais velho era o exemplo mas também o “lidere” da família e por isso disse:
- O melhor a fazer e irmos embora para casa! Amanhã voltamos aqui para esclarecer o mistério.
Assim fizeram e no dia seguinte todos estavam lá menos o Joãozinho e a sua mãe, porque o Joãozinho lhe pediu para falar com ela para lhe contar o porque de ele estar tão misterioso e triste. Então o Joãozinho começou a falar:
-Mãe. Eu tenho que lhe contar porquê que eu tenho andado triste. O que tenho para lhe dizer não é fácil.
A dona Ana ouvindo aquelas palavras intervém dizendo:
- O que quer que tu tenhas feito não pode ter sido assim tão terrível para tu estares com tanto medo de contar.
Depois de ter ouvido as palavras confortáveis da sua mãe o João começou a falar:
- Sabe eu na segunda-feira fui dar um passeio pelo parque quando encontrei o Pedro o filho do senhor Antunes, ele estava triste então eu perguntei-lhe o que se passava e ele respondeu-me que estava assim porque detestava o Natal, ele também disse que os piores dias da vida dele eram a época do Natal. Então eu perguntei-lhe porquê mas ele não me respondeu, eu insisti mas continuou sem me responder, até que me fez uma pergunta.
Mas sua mãe pergunta:
- Qual é essa pergunta?
O João respondeu:
- Foi “Porquê que as pessoas gostam tanto do Natal?” eu não sabia o que lhe responder, então disse que as pessoas gostavam do Natal porque estavam com os seus familiares e entre outras coisas disse que recebiam presentes, então o Pedro disse que nuca recebeu nenhum presente, eu fiquei muito sensibilizado e por isso trouxe-o a casa do avô e dei-lhe os presentes para ele e para os seus pais e irmãos.
A sua mãe bastante sensibilizada com a bondade do seu filho disse:
- Filho estou muito contente com a tua atitude perante o teu colega, mas agora vais ter que dizer aos teus familiares o que me disseste a mim.
O Joãozinho entrevem dizendo:
-Mas eles vão chatear-se comigo.
Sua mãe respondeu:
- Os nossos familiares vão ficar muito orgulhosos de ti. Agora temos é de ir a casa do avo e contar-lhes tudo.
Eles assim fizeram e o Joãozinho contou o sucedido e todos ficaram muito orgulhosos e sensibilizados pelo acto de bondade daquele pequeno rapaz.

NOME: Arlete Lago
Nº: 4
TURMA: 9º6

O Verdadeiro Espírito Natalício

Estava a chegar o Natal, na cidade mais famosa do mundo devido ao seu espírito Natalício, tudo estava lindo e perfeito. As ruas das cidades estavam vestidas de cores alegres e, todas as noites dançavam ao som das músicas Natalícias.
Na principal rua dessa cidade, estava como sempre exposto o Presépio. Ele tinha uma beleza extraordinária! Apesar da sua grande dimensão, era construído por pequenos bonecos de barro. Nele figuravam imensas coisas: casas, igrejas, castelos, pessoas, animais de toda a variedade, era mesmo uma imensidão de figuras. Mas lá mesmo no
Centro, estava a cabaninha com a Nossa Senhora sempre com um sorriso meigo, e São José com uma vara na mão, o Menino Jesus estava deitado numa manjedoura em palhinhas muito douradas.
No outro lado da rua estava o Pai Natal. Este devia ter exagerado nos doces do ano passado, pois um botão do casaco já não apertava.
Porem ele tinha uma enorme doçura e um sorriso alegre que entregava ás crianças quando lhes oferecia chocolates. É obvio que as crianças preferiam o Pai Natal ignorando tantas vezes a presença do Presépio.
Um dia a vaca, ou melhor a D. Odete estava muito indignada pelo facto de as crianças das crianças preferirem o Pai Natal.
- Francamente, este mundo já não é nada o que era!
- Não sejas má-língua, Odete! Retorquiu o burro.
- É verdade as crianças de hoje já não sabe o verdadeiro motivo do Natal. Além disso os pais delas ainda são piores, pois contam – lhes a historia do Pai Natal ocultando-lhes a verdadeira historia de Natal! - comentava a vaca muito irritada.
- No fundo, eu mesmo até acredito na história do Pai Natal. Ele traz sempre uns chocolatinhos tão apetitosos, que até eu tenho vontade de ser criança, para os poder provar! – Confessou o burro com um grande brilho nos olhos.
-É o que eu digo! Qualquer dia no lugar do presépio constroem algum comércio, ou algo parecido para aumentarem o consumismo em torno do Pai Natal!
E depois nós vamos para o lixo! Relatou a vaca.
- Se não fossemos de barro, talvez tivéssemos direito à reforma ou ao fundo de desemprego, comentou o burro.
A Nossa Senhora que não gostara nada do que estava a ouvir, olhou-os com um olhar reprovador. Estes aperceberam-se do seu sinal e calaram-se.
No dia da véspera do Natal aconteceu algo muito estranho. A manjedoira estava vazia!!!
Em pânico a vaca contestou:
- Eu disse! Um dia não vai haver Presépio! Já começaram por tirar o Menino Jesus!
- Se calhar foi o Pai Natal! Eu sempre disse que não gostava daquele homem.
- Cala-te não digas disparates: ordenou o burro muito chateado.
Com ou sem disparates o que é certo era que o bonequinho Jesus já não estava onde deveria estar.
Decidiram então esperar pela noite para o procurar, pois a essa hora já ninguém reparava nos movimentos dos pequenos bonecos.
Apesar de serem pequeninos depressa percorreram as ruas da cidade, já só faltava um sítio: A casa do Pai Natal.
- Que fazemos? Entramos? Perguntou o burro.
-Não, retorquiu a vaca.
-Podemos sempre bater à porta: pensou S. José.
-Não, retorquiu a vaca já irritada.
Nesse momento a porta da casa abriu-se, lá de dentro saiu um homem muito grande e barrigudo, com as barbas todas brancas e compridas, mas com uma cara muito meiga. Ao seu colo trazia o pequeno Jesus muito sorridente.
- Oh! Meu Deus! Exclamou o burro.
-Jesus estas aqui! Nem sabes a preocupação que nos causaste: confessou Nossa Senhora com o seu sorriso de volta.
A pedido do pequeno bonequinho e do grande homem, entraram todos na casa do Pai Natal. Lá dentro, o pequeno boneco explicou-lhes o verdadeiro motivo de ter saído da cabana. Para Ele o Natal é uma época muito importante, pela magia e pelo amor que anda no ar não devemos deixar que a inveja e o consumismo exagerado tome conta de nós, pois o mais importante desta época é ajudar os que mais precisam e estar em família e amigos, para celebrar o Natal o melhor possível.
Depois desta pequena conversa, decidiram jantar com o Pai Natal. Juntos comeram a tradicional consoada, onde não faltou o fiel amigo bacalhau, com as batatas e as couves.
Nunca tinham tido um Natal assim, para eles foi o melhor de sempre.

Clarisse Pereira Nº5 9º 6

terça-feira, 15 de janeiro de 2008

O feiticeiro

Há catorze anos Cristopher foi deixado pela sua mãe que nunca teve notícias dela, chamava-se Mary. Nunca soube o motivo porque o deixou, as pessoas aqui na aldeia não sabiam nada sobre ela.
Contudo, viveu catorze anos com o George e Fred, para ele o George é um pai e o Fred um grande irmão.
Vive numa aldeia pequena longe do império….
Na ceia de Natal.
- Hum…Que dom que estava este bacalhau Disse o Cristopher
-Pois estava! – Respondeu o Fred
-Ouvi dizer que o Pai Natal este ano esta fraco em termos de prendas…. -disse o George
-Não faz mal, o que importa é estar com vocês! – Exclamou o Cristopher
Ouviram um barulho um barulho na porta da entrada, e Cristopher abriu a porta. Avistou um presente, nele estava escrito “para: Cristopher”.
Cristopher abriu-o no quarto. Era um medalhão de ouro com um símbolo que nunca viu.
No dia seguinte alguém deixou uma carta para Cristopher…Que dizia:




“Querido filho:
Desculpa não ter te entregado o presente pessoalmente, mas
não foi capaz.
A tantos anos que não nos vemos, da última vez que te vi tinhas
um ano.
Não sei o que aconteceu á tua mãe, ela não me compreendeu.
Fugiu contigo!
Depois da minha missão andei a tua procura, o que foi muito
difícil. Passou tantos anos…
Deves perguntar a ti próprio que missão, qual é a minha
Profissão, etc.
Eu sou um cavaleiro, mas não qualquer. Pratico magia. Sou um
Cavaleiro no mundo da feitiçaria.
Acredito que nunca ouviste falar.
Tu meu filho, és um feiticeiro. Ao longo destes anos não te têm
acontecido coisas estranhas?
Pois têm. Ao fazeres 16 anos tens um convite de ires para
escola de feitiçaria. Tens que controlar a magia.
No dia quinze de Janeiro venho te buscar.
Abraços do teu,
Pai”

Christopher ficou assustado. Contou tudo sobre a carta ao George e Fred.
-Alguém está a gozar contigo. Achas que existe magia? -Perguntou o George
-Não sei, mas é verdade que me acontece coisas estranhas. – respondeu o Christopher – Como quando o copo se partiu, sozinho.
-Pois. Isso deve ter alguma explicação.
No dia dos seus anos, dia 15 de Janeiro pela meia-noite, Christopher pareceu-lhe ouvir um barulho… Que parecera de uma mota.
Abriu a janela e avistou uma mota a voar. Pensava que estava a sonhar, mas não era mesmo real. Mas para ter a certeza deu dois estalos a si próprio, o que vira que realmente não estava a sonhar.
Foi acordar o Fred e o George.
Bateram a porta, Fred abriu-a. Era um jovem com trinta e cinco anos, de cabelo loiro e de olhos azuis. No rosto tinha muitas cicatrizes.
-Desculpe vir a esta hora, mas ninguém me podia me ver. Com uma mota a voar. –disse o pai do Cristopher.
-Pai??? - perguntou o Cristopher
-Parabéns, filho!
-Obrigado. – respondeu o Cristopher
-Temos que ir andando filho…
-Chamo-me James. –dirigiu-se para o Fred e George
-Chamo-me George e este é o meu filho Fred. – respondeu o George
-Estamos atrasados Cristopher. Vai fazer as tuas malas. – ordenou o James
-Está bem, mas não tenho malas…
-Isso resolve-se!
A porta abriu-se sozinha e entraram duas malas a voar até aos pés de Cristopher.
Pegou nas malas e foi para o seu quarto.
-Mas como pode ser?? Como você fez isso? – perguntou o George
-Magia! Mas vou ter de vos lançar um feitiço para vocês esquecerem todo que se passou… - respondeu o James
-Experium!!!
Um grande relâmpago verde atingiu-os…
-Já está tudo! – disse o Cristopher
-Óptimo! -exclamou o James - Vamos!
-Está bem! Tchau! Obrigado por tudo que fizeram por mim. –disse o Cristopher ao George e Fred
A mota voava como um foguete. Nunca tivera andando de mota, muito menos uma mota que voa.
Assim se tornou um grande feiticeiro como o pai.

segunda-feira, 14 de janeiro de 2008

desaparecimento no natal

Luzes, enfeitos e o presépio começavam a ser um sinal que o Natal chegava uma vez mais a todos os países
Em Veneza numa grande e misteriosa casa que os proprietários tinham morrido lá á dois meses atrás o que ainda hoje não se sabe o que lá se passou, esta casa com cinco quartos, duas salas, duas cozinhas, três casas de banho e um sótão ainda havia uma pequena divisão que ninguém sabia, que se situava no rés-do-chão da casa.
Ana, uma rapariga de cabelos compridos, de olhos castanhos e simpática preparava os doces para mais uma noite de Natal, Helena a sua irmã mais nova com oito anos corria pela casa toda á espera de encontrar algum tesouro ou talvez os corpos dos proprietários. Seus pais Júlio e a Maria um casal simpática, divertido, conselheiro e amigo tinham saído para umas grandes compras de Natal.
Faltava três horas para o Natal o que para Ana é uma eternidade.
Helena que corria por toda a casa chegou ao sótão e admirou-se com todas as coisas que iluminavam aquela escuridão, mas ao ver um grande quadro branco com uma mancha azul mais pura do que o céu que estava no chão, resolveu tirá-lo, por baixo desse quadro havia uma alavanca, ao puxa-la Helena caiu e depressa a porta se fechou. Ana começou a chorar e a chamar mas ninguém a ouvia, esta acendeu uma vela que tinha lá, ao acende-la assustou-se com os com os corpos que provavelmente seriam dos proprietários já comidos pelos bichos, mas ainda havia uma sobrevivente a filha Mary com uns longos cabelos loiros já comidos pelos bichos e também já mostrava sinais de que não lhe restava muito tempo, Helena admirada por esta ainda estar viva perguntou-lhe:
-Como é que ainda estás viva?
-Foi difícil para mim, mas ao virmos parar para aqui os meus pais morreram logo no segundo dia por falta de alimento eu para tentar sobreviver restava-me uma opção. Respondeu Mary
-Que opção? Perguntava Helena
-Foi difícil mas eu vou-te contar. Ao ver que os meus pais estavam mortos resolvi……
-Resolvestes o quê? Perguntava Helena já assustada
-Resolvi……. Eu não consigo dizer é assustador e tu vais ficar assustada e com medo ainda mais. Dizia Mary
-Pode ser assustador pois já se passou dois meses e tu ainda estás viva! Como? Perguntava Helena
-Como eu não tinha outra alternativa resolvi assar os corpos de alguns bichos para comer e é por isso que ainda continuo viva. Dizia Mary já a chorar
-Mas como? Perguntava Helena
-Foi difícil mas era a maneira que eu tinha para sobreviver e tentar sair daqui, mas nunca tive sucesso. Dizia Mary
-Por mais que isto foi nojento para ti tens de te alegrar pois ainda estás viva. Dizia Helena
-Mas resta-me pouco tempo e para além disso tu também estás presa aqui. Dizia Mary.
-Pois agora estamos as duas condenadas para o resto das nossa vidas neste lugar deserto como se passa-se de um cemitério cheios de almas perdidas, mas porquê nós? Interrogava-se Helena
-Helena vou-te pedir uma coisa. Dizia Mary.
-Resta-me pouco tempo já sinto.
-Mas o que é que queres? Perguntava Helena
-Como já tenho pouco tempo queria que tu sobrevivesses com o objectivo de alguém te encontrar por isso quando eu me for quero que tu te alimentes deste banquete que te deixo. Ao dizer estas palavras Mary faleceu.
-Não……....gritou Helena que já chorava de tristeza
Passadas duas horas os pais de Helena e Ana tinham chegado estava tudo pronto, como Ana pensava que depois daquela corria toda Helena estivesse a dormir no seu quarto resolveu ir chama-lha. Ao chegar ao quarto Ana não encontra sinais de Helena nem no quarto nem em outra parte da casa, esta começa a gritar e a chamar por os seus pais estes perguntam-lhe:
-O que se passa Ana? Pergunta o seu pai
-A Helena desapareceu. Dizia Ana já a chorar
-Mas como? Perguntava o seu pai
-Não sei! Ela anda a correr por toda a casa, e depois nunca mais a vi. Dizia Ana
Estes resolveram chamar a polícia para tentarem descobrir o seu paradeiro. Tinha se passado um mês e nada sobre Helena, seus pais já estavam sem esperança.
Depois de dois meses de investigação resolveram procurá-la em sua casa, passaram-se alguns dias e nada ao chegarem ao sótão admiram-se com o mesmo quadro branco com a mancha azul que Helena também se tinha admirado ao retirá-lo do sítio descobrem a alavanca, surpreendidos ao puxa-la um policia cai, já nessa passagem secreta o policia descobre Helena já quase sem vida, este manda os outros chamarem uma ambulância pois tinha encontrado Helena. Seus pais ao ouvirem isto choraram de alegria.
Helena foi levada para o hospital, esta ainda fica três dias em observação. Passados três dias Helena volta para casa e explica tudo o que se passou á dois meses atrás aos seus pais.
Helena também ficou a saber que Mary tinha sido uma feiticeira, e não se tinha alimentado de bichos.
Como terá sobrevivido Helena? Terá ela feito o que Mary lhe disse?

Conto de natal

O Natal aproximava-se, mas não havia aquele espírito natalício que costumava haver, as ruas cheias de pessoas, ás compras para as prendas de Natal, os pinheiros enfeitados. Mas nesse ano foi tudo diferente.
Tudo começa num senhor, muito rico, que tinha uma loja, lá trabalhava um senhor, que, com um ordenado muito reduzido e fazia horas extraordinárias. O Natal avizinhava-se, e esse senhor que se chamava Nicolau, era rico, arrogante, ganancioso e convencido. Via os senhores pobres nas ruas a pedirem esmola que diziam:
- Uma esmolinha por favor!
Nicolau dizia:
- Não me parece, tens um corpo tão bom, porque não vais trabalhar?
- Porque não consigo meu senhor, estou fraco e sem energia.
- Olha tens bom remédio, se a tua vida é assim tão má, põe um fim a ela.
Era assim que Nicolau tratava os mendigos, até que um dia, na véspera de Natal, estava na sua luxuosa cama, e entre os seus sonhos, apareceram dois espíritos, o do presente e o do passado, eles fizeram-lhe um aviso fê-lo voltar atrás no tempo, retrocedeu uma semana a sua vida, e se ele não se tornasse uma pessoa melhor até ao Natal, os espíritos assombravam a vida do mesmo e asseguraram-lhe, que ele ficaria sem o seu dinheiro todo, e desapareceu, e lá estava ele, uma semana antes. Veio logo um mendigo ter com ele, e pediu-lhe uma esmolinha, hesitou, mas lembrou-se dos espíritos, deu uma esmola bem choruda ao mendigo e voltou à sua loja, estava o escravo (o empregado dele) a trabalhar que nem um coitado, e deu-lhe o mês inteiro de férias, acaba de dar férias ao moço, e aparece o espírito do presente, para o levar para a véspera de Natal conforme o cumprido, ele acorda, e quando sai porta fora, todas as pessoas o veneravam e gostavam dele, antes a população desprezava-o, por ser tão ganancioso, e tão arrogante, e o Natal já parecia outra coisa, as pessoas estavam com espírito natalício, e as ruas estavam cheias, havia luzes por todo o lado, chega a noite natalícia, o Nicolau convidou o seu empregado para jantar com eles, ele não tinha família nem amigos, e toda a vida trabalhou para ele, diz o empregado para o patrão:
- Você está a convidar-me Sr. Nicolau?
- Claro, o Nicolau que tu conhecias meu caro, já passou á história, o Nicolau que está a ver, é um Nicolau completamente novo e reconstituído, sou um senhor nobre e honesto, não me vai fazer insistir pois não Sr. Garcia? Deixe-se de argumentos e venha passar este Natal comigo, com a minha mulher e filhos!
- Está bem Sr.….
- Mais uma coisa, por favor, não me trate por senhor, faz-me parecer mais velho!
- Está bem Nicolau! E eu aceito o seu convite com todo o prazer!
- O prazer é todo meu Garcia.
E o Natal deles foi longo, jantaram o tradicional bacalhau com batatas, e no fim os miúdos brincavam muito contentes, abriam as prendas, e não havia prendas só para os miúdos, o Sr. Nicolau ofereceu um bom carro descapotável, ao Sr. Garcia, e aumentou o seu salário para o quádruplo, e foi um Natal muito feliz, o Sr. Nicolau passou o resto da vida a ser adorado por todos, e viveu feliz.


Nome: Hugo Fernandes Gonçalves nº10 9º6

O Valor do Natal

Numa terra muito distante onde a época de natal, é muito importante, pois eles enfeitam as suas casas a rigor, compram imensos presentes, aquilo é uma alegria contagiante pois toda gente reage da mesma forma.
Mas para não fugir há regra há sempre uma excepção, era o Harry, um rapaz que vivia numa casa nas montanhas, sozinho, o seu cão e o seu gato. Ele parecia um bicho-do-mato. Para ele o natal era a época festiva que ele mais odiava, não gostava, porque não tinha ninguém para passar o natal com ele, pois ele não tinha família. O Harry achava o natal uma perca de tempo. Ele achava que o mundo inteiro não gostava dele, por ele não ter ninguém, para passar o natal, isso fazia com que ele ainda ficasse com mais raiva de tudo e de todos.
O Harry é assim, porque ele nunca teve um natal feliz, e além do mais não tinha ninguém para lhe explicar o significado do natal.
Toda agente na vila conhecia o Harry e sabia que ele não gostava nada do natal nem das pessoas. Então uns dias antes do natal ele foi há vila, a uma loja que era a dos correios, onde trabalhava o pai da Joana. Na loja, ele conheceu a Joana. A Joana era uma menina que adora o natal, mas só não concorda, é com o que as pessoas fazem ou seja, elas ligam muito aos presentes, ou seja ligam mais á parte material. Ele estava a estragar uns presentes, quando entrou a Joana. Ele ficou chateado por a ver ali, então ele disse:
-Hei! O que é que tu estás aqui a fazer? – Perguntou o Harry.
-Eu…Eu…. Sou a filha do dono da loja e estou a ajudar o meu pai.
-E tu?
-Eu… Eu... tu não tens nada a ver com isso.
E foi-se embora todo chateado, mas ela ficou a pensar, até que descobriu que ele era o tal rapaz que não gostava do natal, e que todos diziam que ele era má pessoa, que era arrogante.
Ela ficou curiosa em saber mais sobre ele, e decidiu ir até há casa dele para o conhecer melhor, e para o convidar para uma festa que ia haver na vila de natal.
A conversa ao primeiro não correu muito bem, mas ela convenceu-o a ir há festa. Ela quando estava a falar com ele, ela pensava para ela que ele era um arrogante, mas sempre lhe dizia que ele era muito simpático Ele foi. Mas quando a população o viu, não gostaram pois ele não era propriamente simpático, e por isso mandaram-no embora, envergonharam-no, e ele acabou por ir. E por causa disso ele decidiu vingar-se de todos eles.
Então qual foi a ideia dele, roubar os presentes de todos, foi a todas as casa roubar os presentes. De manhã todos iam para abrir os presentes e depararam-se que não tinham um único presente na árvore, ficaram todos tristes, sem saber o que fazer, até que apareceu a Joana que teve uma ideia juntarem-se todos para festejarem o verdadeiro natal, ao primeiro não acharam piada nenhuma, porque não havia presentes, mas ela explicou que o natal não são os presentes mas sim, o amor, a solidariedade das pessoas nem que as pessoas só se lembrem dessa palavra no natal, entre outras coisas que são muito importante. E assim foi, todo se juntaram, mas antes disso ela foi há casa do Harry, para recuperar os presentes, pois ela sabia que foi ele, que roubou os presentes. Então ela contou-lhe que todas as pessoas estão tristes por já não terem presentes e que para eles o natal já não era o mesmo.
Ele pensou, e considerou que devia entregar os presentes, a todas as pessoas, então, ela foi-se embora, e ele vestiu-se de Pai natal, e preparou as coisas para levar os presentes até as pessoas.
As pessoas estavam todas juntas na casa da Joana, quando entrou o Harry, vestido do Pai natal, e com imensos presentes todos ficaram feliz, ele entregou os presentes a todos, e no fim todos agradeceram por ele ter recuperado os presentes, então ele disse:
-Bem……, não foi bem isso que aconteceu, ou seja, eu……eu…… levei os vossos presentes por um bocado.
-Harry é melhor dizeres realmente o que se passou. Disse a Joana.
- Prontos, o que aconteceu foi que eu estava chateado com todos vocês e roubei, os vossos presentes. As pessoas não gostaram do que ele fez, e ele quase que era preso mas a Joana explicou o que foi que aconteceu e disse também que ele estava arrependido e que nunca mais voltava a fazer. Como ele mostrou arrependimento perdoaram-no.
Toda a gente agradeceu á Joana e também agradeceram ao Harry.
O Harry foi convidado por todos para passar o natal com eles, e claro que ele aceitou, ele não se continha de tanta felicidade, pois além de ter um natal especial, também já tinha uma grande família, e que nunca mais ia passar o natal só.
E assim decidiram passar o natal todos juntos, ou seja toda a gente passou o natal com o Harry.
Foi um natal grande, e diferente para todos, mas o que realmente importa é que o Harry não vai voltar a passar um natal sozinho, e não vai voltar a ser uma pessoa amarga, egoísta, arrogante. Vai ser uma pessoa muito feliz, porque o natal foi feito para tornar as pessoas mais felizes nem que só seja esta época.

Joana Marques, nº12 9º6

sexta-feira, 4 de janeiro de 2008

A importancia da educação

Eu li o livro de Filhos Fascinantes, Alunos Brilhantes. Este livro é interessante porque fala da importância dos sonhos, para ter uma voa criatividade para nós vivermos.
Passa-se numa escola em que tem a fama de “A escola dos pesadelos”porque os alunos maltratam os professores, funcionários….
Esses alunos não tem nenhuma educação em casa e isso vai se reflectir na escola.
“Se as crianças e ate alguns adolescentes não tiverem uma voa educação, e um bom exemplo dos pais, isso não será bons nas aulas. Mas se pelo contrário, tiverem um bom acompanhamento em casa e tiverem mais educação, ceram melhores na escola e nas aulas.”
A escola tinha uma má fama ate que vaio o professor Romanov, que era um professor que queria ordem e disciplina na sala de aulas. Ao princípio os alunos não gostavam do professor, ate que o professor e os alunos começaram a se darem bem e a aprenderem que para sermos bons nas aulas e na escola temos que ter educação, entre alunos e professores.
Para haver amizade tem que haver muito respeito. E para nos darmos bem com os professores, temos que falar com eles conviver com eles e assim já podemos ter confiança, mas assim de todo muito respeito.

Anabela Cruz