segunda-feira, 10 de março de 2008

O esperado dia!!!!

No passado dia 31 de Janeiro os alunos do 9ºano foram ao Porto visualizar uma peça de teatro...

O tão esperado dia 31 de Janeiro chegou e os alunos do 9ºamo estavam muito nervosos pois tiveram da parte da manhã o exame intermédio de matemática mas para recompensar durante a tarde foram visualizar o Auto da Barca do Inferno de Gil Vicente.
O auto foi representado pela companhia «O Sonho». A interpretação da peça foi muito boa pois nos já tínhamos estudado a peça mas aula de português onde tivemos o cuidado para que tudo ficasse bem explicado na vinda para a escola os professores distribuíram um cartão da vodafone com 2,5€ de saldo. A viagem foi muito divertida e esperamos poder repeti-la para visualizar «Os Lusíadas» de Luís de Camões.




Ana Isabel Sequeiros de Matos Lima, Nº1 9º6

Amor de perdição.

Amor de perdição.

Este livro fala-nos Simão Botelho e Teresa de Albuquerque dois jovens muito apaixonados mas de famílias rivais, de Viseu. Quando Tadeu de Albuquerque descobre que estes estão namorando tenta casar a filha com Baltazar Coutinho que era primo de Teresa esta recusou, após varias tentativas de casar Teresa com seu primo seu pai decide levá-la para um convento. Simão que tinha sido preso por agredir pessoas com um fueiro, por defender um criado que tinha sido espancado por partir algumas vasilhas.
Depois de cumprir a sua pena foi para Coimbra estudar até que decidiu voltar a Viseu para resgatar a sua amada, pois ela tinha lhe cotado através de cartas que seu pai a tinha posto num convento. Simão como não queria que ninguém da sua família soubesse e por isso hospedasse na casa de um ferrador cuja sua filha Mariana se viria a apaixonar por Simão.
Mas um dia o pai de Teresa descobriu e queria mandá-la para um convento no Porto Teresa de imediato mandou uma carta a Simão e contou-lhe as intenções de seu pai, Simão contou ao ferrador e ambos decidiram ir resgatá-la naquela noite, mesmo sabendo que seria muito arriscado. Então nessa noite os dois foram resgatar Teresa quando ela saísse do convento para ir para o comboio.
Quando saiu Teresa estava acompanhada pelo pai, pelas primas e também por Baltazar. Quando Teresa saiu viu Simão e ao mesmo tempo disse o nome dele seu pai queria a tirar de lá mas Simão aproximou-se este e Baltazar começaram a insultar-se e Simão deu-lhe um tiro na cabeça este faleceu de imediato a partir daquele dia foi um verdadeiro inferno para Simão que foi preso e condenado ao degredo para a Índia, Teresa que faleceu de tanto sofrimento por estar longe do seu amor e fechada num convento o ferrador foi assassinado e sua filha Mariana foi com Simão para o degredo, mas este faleceu a meio da viagem e por isso foi atirado ao mar e foi aí que Mariana se atirou também ao mar e abraçou-se a Simão.
Este é o resumo do romance Amor de Perdição de Camilo Castelo Branco.



Nome: Arlete Lago Nº: 4 Tª: 9.6

sexta-feira, 7 de março de 2008

Auto da Barca do Inferno

GRANDE ESPECTÁCULO
Teatro do Sonho realizou uma peça sobre o Auto da Barca do Inferno em Matosinhos no dia 31 de Janeiro de 2008.

Os alunos do 9.º ano da escola preparatória de Ponte de Lima foram ver a peça de teatro a Matosinhos para ajudar na compreensão das aulas dadas sobre o assunto relativo.
Foi no dia 31 de Janeiro que os alunos da escola E B 2,3 António Feijó foram assistir a uma peça de teatro sobre o Auto da Barca do Inferno de Gil Vicente. Eles assistiram com grande entusiasmo e disseram que de facto tinha sido um bom espectáculo e que também os ajudou para conhecer melhor estas cenas que são de facto importantes para os alunos do 9.º ano. Os alunos aplaudiram e na volta vinham a discutir sobre o que tinham achado…
Para eles foi de facto muito importante para o contributo da disciplina de Língua Portuguesa.




Jessica Soares 9.º 6 n.º 11

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2008

Um acidente no Natal...

A NOITE DE NATAL…
Na noite de natal a casa do Frederico estava cheia de convidados pois ele tinha muita família, quando já estavam todos juntos a mesa começaram a jantar e Frederico como tinha apenas 10 anos perguntava pelas suas prendas era um menino divertido, curioso, muito querido e gostava de ajudar as outras pessoas apesar de as vezes ser um pouco barulhento e um pouco agitado…
Quando já estavam a acabar de jantar, Frederico perguntou á mãe se o Gonçalo não ia vir a sua mãe respondeu-lhe que o seu primo viria mas chegaria mais tarde.
Frederico levantou-se e foi a cozinha perguntar novamente à mãe, era uma senhora muito simpática, corajosa tinha 35 anos e era uma mulher sincera, feliz e muito amiga do Frederico. Então foi novamente perguntar a mãe:
- Mamã! Então como é a que horas e que vai chegar o Gonçalo?
A mãe respondeu e disse:
- Frederico acalma um bocadinho que o primo Gonçalo só deve chegar mais um bocadinho.
Com o passar das horas Frederico ia perguntando à mãe quando ia chegar o Gonçalo, a mãe não sabia o que havia d responder pois eles já deviam ter lá chegado. A verdade é que algo se tinha passado Catarina e Henrique os pais de Gonçalo ao virem para a casa de Matilde irmã de Catarina e mãe do Frederico tiveram um acidente de automóvel.
Como Matilde já estava a ficar estranha por causa da sua irmã ainda não ter chegado resolveu telefonar-lhe. Do outro lado da linha respondei uma voz meiga que era a da sua irmã Catarina e Catarina disse:
- matilde! Por favor vem ajudar-nos pois tivemos um acidente perto já da tua casa, Matilde respondeu:
- Claro que sim minha irmã, chego já ai.
Matilde comunicou a família mas tentou fazer com Frederico não ouvisse do que se tratava. Aqueles segundos que iam passando parecia que passavam a ir a velocidade da luz, o que estava a parecer uma eternidade…
Iam a meio do caminho e avistaram um carro todo batido contra um muro… O carro estava que parecia uma lata.
Tentaram apressar-se para la chegar e tentaram chamar por algum deles de dentro do carro respondeu uma criança era o Gonçalo ficou muito contente apesar de estar um pouco ferido:
- Tia Matilde! Por favor ajuda-nos a sair daqui!
Matilde e João, marido de Matilde tentaram abrir as portas mas estavam um pouco emperradas e não estavam a facilitar o acesso a parte interior do automóvel então, João decidiu que iriam partir os vidros do automóvel. Foi ai que finalmente conseguiram ter acesso a parte interior pois por fora não dava para ver nada pois os vidros eram pretos e impossibilitava a visualização para dentro.
Catarina e Henrique estavam desmaiados e o único que estava acordado era o Gonçalo então pegaram nele ao colo e como a Matilde era médica decidiu mete-los a todos dentro do carro e leva-los para casa para ver se estava tudo bem, mal se tinham lembrado de qual seria a reacção do Frederico.
Quando chegaram a casa, Frederico estava preocupado por causa dos pais terem saído logo na noite de natal , e não lhes ter dito nada.
Quando Frederico viu Gonçalo, entrar ferido na sua casa ficou espantado, pois tinha estranhado ele e os tios estarem assim e a mãe e o pai não lhe terem dito nada. Ficou chateado com os pais ao ter visto isto.
Foi logo a correr aonde os tios e o primo perguntou o que se tinha passado, logo ficou a saber o que realmente se havia passado, logo começou a dizer que não era justo na noite de natal os tios terem sofrido aquele acidente.
Tudo não passou de um susto apenas de um mar de confusões pois no fim tudo acabou bem, e no fim deles terem os seus curativos feitos festejaram o natal e o
Frederico adorou os seus presentes…

JESSICA SOARES
9.º 6 N.º11

quarta-feira, 23 de janeiro de 2008

O beijo no Natal

No dia de véspera de Natal os três amigos, João, Joana e Joel vêem nas notícias que tem morrido muitas pilotos de avião, vem do Luxemburgo e subitamente morrem.
O Joel que era mais ordenado e mais pensador, gostava de ler, véu numa revista uma imagem da nova bomba atómica, ameaça que era capaz de arrasar com o mundo.
Joel ao esperar o pai que também era piloto, e que vinha de força, véu uma mulher muito bonita, que deu um beijo ao homem e ele passado um pouco começa a espionar pela boca.
O Joel assistia a essa cena e ficou intrigado.
Nesse mesmo dia contou ao amigo o que tinha acontecido.
João gostava de acção e não costumava pesar muito, ao ir para a escola vê a mulher que o Joel viu e liga para o Joel:
- Joel, anda aqui ter ao bairro da lapa
- Para que?
- Esta aqui a mulher que tu viste no aeroporto.
- Avisa a Joana, já para aí!
E o João lá foi avisar a Joana.
Derrepente chega o Joel e depois a Joana.
Subitamente, passa uma mota com duas pessoas que tenta assaltar a mulher.
O João foi logo ajudala, e consegue, a mulher não foi assaltada.
A mulher apresenta – se e começa a falar para o Tio.
- Obrigada, pela ajuda, eu chamo – me Mafalda eu não tinha conseguido sem a tua ajuda.
- Não foi nada.
- Convido – vos para um lanche.
Os três amigos aceitaram, e lá foram para dentro da casa da Mafalda.
Viram que a casa dela não estava muito decorada e tinha cobra enorme.
O Joel reconheceu – o, porque já a tinha visto num livro.
- E uma cascavel Genuíno.
- Não, não é – insistiu a Mafalda – e uma cobra vulgar.
- Não, desculpa, mas isto é uma cascavel, eu já vi isto num livro.
- Não e uma cobra vulgar.
Joel não insistiu mais.
Derrepente. entra um homem, cheio de borga com cara de contrabandista.
Tornam – todos embora para a escola, foram o discutir por causa da cobra.
Joel ao chegar a casa, o pai disse – lhe:
- Joel, viste a casaca e anda conhecer a minha namorada.
Lá foram os dois para o restaurante.
Ao chegar ao restaurante qual não e a surpresa do Joel quando vê a Mafalda a suposta namorada do seu pai. Lã comeram, no fim do jantar ela lá se vai embora num carro topo de gama, luxuosa o ultimo moda.
Joel quando ficou sozinho com o pai disse – lhe que ela tinha um homem supor com ela. O pai disse-lhe que ele conhecia esse homem e que esse homem era primo da Mafalda.
O pai do Joel partia de manhã para o Luxemburgo e o Joel tenta convencendo a não ir. Mesmo assim o pai do Joel desside ir.
Joel e os amigos foram investigar o caso da Mafalda quando ele e o primo saíram.
E o Joel ao abrir uma vê que ela continha lá dentro uma bomba atómica.
Os três amigos são surpreendidos por a Mafalda e o primo, que os prendem e saltam a cascavel no chão.
Mafalda da um beijo ao seu suposto primo que em seguida começa a deitar espuma pela boca e morre.
Mafalda vai se embora junta.
Os três amigos gritam por ajuda com sorte o inspector safadinho e o seu ajudante que iam a passar por ali ouviram-no e foram ajudar.
O Joel lembrou – se que o pai voltava nessa noite, e foram todos para o aeroporto.
Ao chegar lá o pai do Joel finge uma morte e depois a polícia, perde a Mafalda e o chefe da quadrilha, que queria rebentar com o mundo a meia-noite.
Depois a policia descobre que a Mafalda matava os homens com um beijo e que esse beijo continha o veneno da cobra.
Octávio Fernandes Nº16 9º6

sexta-feira, 18 de janeiro de 2008

O Mistério dos presentes desaparecidos

Na véspera do Natal o senhor António e a sua família estavam reunidos junto a lareira a contar histórias de natais anteriores. Chegando a noite estavam todos muito felizes menos o Joãozinho um rapazito normalmente bastante alegre, todos lhe perguntavam o que se passava, mas ele nada dizia. No fim da ceia as crianças estavam eufóricas para que chegasse a meia-noite para o Pai Natal trouxesse os presentes. O senhor António que iria fantasiar-se de Pai Natal foi buscar os presentes mas deparasse que os presentes tinham desaparecido. Este conta aos seus familiares mais crescidos o sucedido, estes decidem ir procura-los mas ninguém os encontrou as crianças que nada sabiam só perguntavam pelo tão esperado pai natal que lhes trazer ia os seu presentinhos. Como ninguém tinha nenhuma desculpa com lógica o senhor António teve mesmo que contar a verdade. O Rui com a sua inteligência perguntou.
- Então isso quer dizer que o pai natal não existe?
O senhor João ainda tentou inventar algumas desculpas mas ainda fez pior, pois todos ficaram a saber que este não existia. As crianças ficaram um pouco tristes, mas o avô teve uma excelente ideia para os alegrar e também para descobrir o que tinha acontecido aos presentes. A ideia era procurar pistas para ver se descobriam alguma coisa. Todos acharam uma brilhante ideia, menos o Joãozinho que ainda não se tinha pronunciado sobre o assunto levantando assim algumas suspeitas, a sua mãe Ana mas que nada pronunciou.
Quando foram procurar as pistas dividiram-se em grupos de dois elementos ficando o senhor António com o seu neto Rui juntos, estes iam procurar na garagem, local onde estavam os presentes antes de desaparecer. Quando la chegaram repararam que no chão o ladrão dos presentes se tinha descuidado e tinha deixado pegadas de lama os dois “detectives” decidiram então segui-las, mas como estava a chover as pegadas não se notavam lá muito bem, no entanto por o que conseguiram detectar o ladram dirigiu-se para a floresta. Fartos de procurar e de nada de útil encontrar foram para casa ver se os outros teriam melhor sorte do que eles dois. Quando lá chegaram os outros também já lá estavam, então o senhor António perguntou.
- Alguém descobriu alguma pista que nos seja útil?
Como ninguém respondeu então ele contou o que tinham encontrado
Como todos sabiam que para aqueles lados só vivia uma família bastante pobre e humilde. Então o senhor Antunes e a sua família decidiram deslocar-se até á floresta para falar com a família Rocha, mas esta não estava pois tinham ido passar o Natal com os seus familiares assim o senhor Antunes como era o mais velho era o exemplo mas também o “lidere” da família e por isso disse:
- O melhor a fazer e irmos embora para casa! Amanhã voltamos aqui para esclarecer o mistério.
Assim fizeram e no dia seguinte todos estavam lá menos o Joãozinho e a sua mãe, porque o Joãozinho lhe pediu para falar com ela para lhe contar o porque de ele estar tão misterioso e triste. Então o Joãozinho começou a falar:
-Mãe. Eu tenho que lhe contar porquê que eu tenho andado triste. O que tenho para lhe dizer não é fácil.
A dona Ana ouvindo aquelas palavras intervém dizendo:
- O que quer que tu tenhas feito não pode ter sido assim tão terrível para tu estares com tanto medo de contar.
Depois de ter ouvido as palavras confortáveis da sua mãe o João começou a falar:
- Sabe eu na segunda-feira fui dar um passeio pelo parque quando encontrei o Pedro o filho do senhor Antunes, ele estava triste então eu perguntei-lhe o que se passava e ele respondeu-me que estava assim porque detestava o Natal, ele também disse que os piores dias da vida dele eram a época do Natal. Então eu perguntei-lhe porquê mas ele não me respondeu, eu insisti mas continuou sem me responder, até que me fez uma pergunta.
Mas sua mãe pergunta:
- Qual é essa pergunta?
O João respondeu:
- Foi “Porquê que as pessoas gostam tanto do Natal?” eu não sabia o que lhe responder, então disse que as pessoas gostavam do Natal porque estavam com os seus familiares e entre outras coisas disse que recebiam presentes, então o Pedro disse que nuca recebeu nenhum presente, eu fiquei muito sensibilizado e por isso trouxe-o a casa do avô e dei-lhe os presentes para ele e para os seus pais e irmãos.
A sua mãe bastante sensibilizada com a bondade do seu filho disse:
- Filho estou muito contente com a tua atitude perante o teu colega, mas agora vais ter que dizer aos teus familiares o que me disseste a mim.
O Joãozinho entrevem dizendo:
-Mas eles vão chatear-se comigo.
Sua mãe respondeu:
- Os nossos familiares vão ficar muito orgulhosos de ti. Agora temos é de ir a casa do avo e contar-lhes tudo.
Eles assim fizeram e o Joãozinho contou o sucedido e todos ficaram muito orgulhosos e sensibilizados pelo acto de bondade daquele pequeno rapaz.

NOME: Arlete Lago
Nº: 4
TURMA: 9º6

O Verdadeiro Espírito Natalício

Estava a chegar o Natal, na cidade mais famosa do mundo devido ao seu espírito Natalício, tudo estava lindo e perfeito. As ruas das cidades estavam vestidas de cores alegres e, todas as noites dançavam ao som das músicas Natalícias.
Na principal rua dessa cidade, estava como sempre exposto o Presépio. Ele tinha uma beleza extraordinária! Apesar da sua grande dimensão, era construído por pequenos bonecos de barro. Nele figuravam imensas coisas: casas, igrejas, castelos, pessoas, animais de toda a variedade, era mesmo uma imensidão de figuras. Mas lá mesmo no
Centro, estava a cabaninha com a Nossa Senhora sempre com um sorriso meigo, e São José com uma vara na mão, o Menino Jesus estava deitado numa manjedoura em palhinhas muito douradas.
No outro lado da rua estava o Pai Natal. Este devia ter exagerado nos doces do ano passado, pois um botão do casaco já não apertava.
Porem ele tinha uma enorme doçura e um sorriso alegre que entregava ás crianças quando lhes oferecia chocolates. É obvio que as crianças preferiam o Pai Natal ignorando tantas vezes a presença do Presépio.
Um dia a vaca, ou melhor a D. Odete estava muito indignada pelo facto de as crianças das crianças preferirem o Pai Natal.
- Francamente, este mundo já não é nada o que era!
- Não sejas má-língua, Odete! Retorquiu o burro.
- É verdade as crianças de hoje já não sabe o verdadeiro motivo do Natal. Além disso os pais delas ainda são piores, pois contam – lhes a historia do Pai Natal ocultando-lhes a verdadeira historia de Natal! - comentava a vaca muito irritada.
- No fundo, eu mesmo até acredito na história do Pai Natal. Ele traz sempre uns chocolatinhos tão apetitosos, que até eu tenho vontade de ser criança, para os poder provar! – Confessou o burro com um grande brilho nos olhos.
-É o que eu digo! Qualquer dia no lugar do presépio constroem algum comércio, ou algo parecido para aumentarem o consumismo em torno do Pai Natal!
E depois nós vamos para o lixo! Relatou a vaca.
- Se não fossemos de barro, talvez tivéssemos direito à reforma ou ao fundo de desemprego, comentou o burro.
A Nossa Senhora que não gostara nada do que estava a ouvir, olhou-os com um olhar reprovador. Estes aperceberam-se do seu sinal e calaram-se.
No dia da véspera do Natal aconteceu algo muito estranho. A manjedoira estava vazia!!!
Em pânico a vaca contestou:
- Eu disse! Um dia não vai haver Presépio! Já começaram por tirar o Menino Jesus!
- Se calhar foi o Pai Natal! Eu sempre disse que não gostava daquele homem.
- Cala-te não digas disparates: ordenou o burro muito chateado.
Com ou sem disparates o que é certo era que o bonequinho Jesus já não estava onde deveria estar.
Decidiram então esperar pela noite para o procurar, pois a essa hora já ninguém reparava nos movimentos dos pequenos bonecos.
Apesar de serem pequeninos depressa percorreram as ruas da cidade, já só faltava um sítio: A casa do Pai Natal.
- Que fazemos? Entramos? Perguntou o burro.
-Não, retorquiu a vaca.
-Podemos sempre bater à porta: pensou S. José.
-Não, retorquiu a vaca já irritada.
Nesse momento a porta da casa abriu-se, lá de dentro saiu um homem muito grande e barrigudo, com as barbas todas brancas e compridas, mas com uma cara muito meiga. Ao seu colo trazia o pequeno Jesus muito sorridente.
- Oh! Meu Deus! Exclamou o burro.
-Jesus estas aqui! Nem sabes a preocupação que nos causaste: confessou Nossa Senhora com o seu sorriso de volta.
A pedido do pequeno bonequinho e do grande homem, entraram todos na casa do Pai Natal. Lá dentro, o pequeno boneco explicou-lhes o verdadeiro motivo de ter saído da cabana. Para Ele o Natal é uma época muito importante, pela magia e pelo amor que anda no ar não devemos deixar que a inveja e o consumismo exagerado tome conta de nós, pois o mais importante desta época é ajudar os que mais precisam e estar em família e amigos, para celebrar o Natal o melhor possível.
Depois desta pequena conversa, decidiram jantar com o Pai Natal. Juntos comeram a tradicional consoada, onde não faltou o fiel amigo bacalhau, com as batatas e as couves.
Nunca tinham tido um Natal assim, para eles foi o melhor de sempre.

Clarisse Pereira Nº5 9º 6