terça-feira, 15 de janeiro de 2008

O feiticeiro

Há catorze anos Cristopher foi deixado pela sua mãe que nunca teve notícias dela, chamava-se Mary. Nunca soube o motivo porque o deixou, as pessoas aqui na aldeia não sabiam nada sobre ela.
Contudo, viveu catorze anos com o George e Fred, para ele o George é um pai e o Fred um grande irmão.
Vive numa aldeia pequena longe do império….
Na ceia de Natal.
- Hum…Que dom que estava este bacalhau Disse o Cristopher
-Pois estava! – Respondeu o Fred
-Ouvi dizer que o Pai Natal este ano esta fraco em termos de prendas…. -disse o George
-Não faz mal, o que importa é estar com vocês! – Exclamou o Cristopher
Ouviram um barulho um barulho na porta da entrada, e Cristopher abriu a porta. Avistou um presente, nele estava escrito “para: Cristopher”.
Cristopher abriu-o no quarto. Era um medalhão de ouro com um símbolo que nunca viu.
No dia seguinte alguém deixou uma carta para Cristopher…Que dizia:




“Querido filho:
Desculpa não ter te entregado o presente pessoalmente, mas
não foi capaz.
A tantos anos que não nos vemos, da última vez que te vi tinhas
um ano.
Não sei o que aconteceu á tua mãe, ela não me compreendeu.
Fugiu contigo!
Depois da minha missão andei a tua procura, o que foi muito
difícil. Passou tantos anos…
Deves perguntar a ti próprio que missão, qual é a minha
Profissão, etc.
Eu sou um cavaleiro, mas não qualquer. Pratico magia. Sou um
Cavaleiro no mundo da feitiçaria.
Acredito que nunca ouviste falar.
Tu meu filho, és um feiticeiro. Ao longo destes anos não te têm
acontecido coisas estranhas?
Pois têm. Ao fazeres 16 anos tens um convite de ires para
escola de feitiçaria. Tens que controlar a magia.
No dia quinze de Janeiro venho te buscar.
Abraços do teu,
Pai”

Christopher ficou assustado. Contou tudo sobre a carta ao George e Fred.
-Alguém está a gozar contigo. Achas que existe magia? -Perguntou o George
-Não sei, mas é verdade que me acontece coisas estranhas. – respondeu o Christopher – Como quando o copo se partiu, sozinho.
-Pois. Isso deve ter alguma explicação.
No dia dos seus anos, dia 15 de Janeiro pela meia-noite, Christopher pareceu-lhe ouvir um barulho… Que parecera de uma mota.
Abriu a janela e avistou uma mota a voar. Pensava que estava a sonhar, mas não era mesmo real. Mas para ter a certeza deu dois estalos a si próprio, o que vira que realmente não estava a sonhar.
Foi acordar o Fred e o George.
Bateram a porta, Fred abriu-a. Era um jovem com trinta e cinco anos, de cabelo loiro e de olhos azuis. No rosto tinha muitas cicatrizes.
-Desculpe vir a esta hora, mas ninguém me podia me ver. Com uma mota a voar. –disse o pai do Cristopher.
-Pai??? - perguntou o Cristopher
-Parabéns, filho!
-Obrigado. – respondeu o Cristopher
-Temos que ir andando filho…
-Chamo-me James. –dirigiu-se para o Fred e George
-Chamo-me George e este é o meu filho Fred. – respondeu o George
-Estamos atrasados Cristopher. Vai fazer as tuas malas. – ordenou o James
-Está bem, mas não tenho malas…
-Isso resolve-se!
A porta abriu-se sozinha e entraram duas malas a voar até aos pés de Cristopher.
Pegou nas malas e foi para o seu quarto.
-Mas como pode ser?? Como você fez isso? – perguntou o George
-Magia! Mas vou ter de vos lançar um feitiço para vocês esquecerem todo que se passou… - respondeu o James
-Experium!!!
Um grande relâmpago verde atingiu-os…
-Já está tudo! – disse o Cristopher
-Óptimo! -exclamou o James - Vamos!
-Está bem! Tchau! Obrigado por tudo que fizeram por mim. –disse o Cristopher ao George e Fred
A mota voava como um foguete. Nunca tivera andando de mota, muito menos uma mota que voa.
Assim se tornou um grande feiticeiro como o pai.

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